Google registra patente sobre sistema que dá corrida de táxi grátis a consumidores que responderem a anúncios

googletaxiA Google registrou patente nos EUA sobre tecnologia que dá corridas gratuitas ou subsidiadas de táxi a consumidores que se mostrarem interessados em anúncios digitais de lojas físicas e restaurantes. O sistema, explica o texto da patente, seria útil na tarefa de elevar a resposta em tempo real de usuários a propagandas de promoções e descontos Continuar lendo

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Aplicativo móvel Vou de Táxi supera a marca de 5 mil taxistas cadastrados

O aplicativo Vou de Táxi chegou ao final de 2013 com mais de 5 mil taxistas cadastrados em São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre, prontos para receber os um número maior que a frota de muitas cidades brasileiras. Criado a partir de um aporte da Mason Square Capital, o aplicativo foi projetado para contribuir como a mobilidade urbana a partir de um serviço fácil de usar e com o apoio dos taxistas nestas três grandes cidades. Continuar lendo

Cabo Frio, no RJ, inicia vistoria anual dos táxis nesta segunda-feira

Taxímetros serão aferidos (Foto: Henrique Corrêa/G1)

Taxímetros serão aferidos (Foto: Henrique Corrêa/G1)

Em Cabo Frio, Região dos Lagos do Rio, a vistoria anual dos taxistas terá inicio nesta segunda-feira (25), podendo ser realizada até o dia 29 nos horários de 9h às 12h e de 13h às 17h. Os 251 veículos existentes hoje no município passarão pela aferição do taxímetro e vistoria, para que usuários tenham um transporte seguro. Continuar lendo

Biblioteca móvel e compartilhada nos táxis

Uma boa ideia surge quando e de onde menos se espera, e não raro brota em momentos de dificuldade. Foi o que aconteceu com o publicitário mineiro Tallis Gomes, criador do aplicativo “Easy Taxi”, serviço personalizado de táxi que começou operar em Natal há pouco mais de cinco meses e que há uma semana passou a oferecer um ‘plus’ aos passageiros: a ‘bibliotaxi’. Ou seja, além da possibilidade de chamar um táxi com um clique no telefone e sem a necessidade de intermediários, utilizando o sistema de georeferenciamento dos aparelhos, o trajeto ganha um significado literário. Criado no início de 2012 no Rio de Janeiro, o serviço é gratuito no Brasil e já está em 17 países até o momento.

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Taxistas de Paraíba do Sul, RJ, devem padronizar veículos

Quem não alterar os veículos pode perder o alvará de trabalho e será considerado ilegal (Foto: Leonardo Vellozo/Secom Nova Friburgo)

Quem não alterar os veículos pode perder o alvará de trabalho e será considerado ilegal
(Foto: Leonardo Vellozo/Secom Nova Friburgo)

Os taxistas de Paraíba do Sul (RJ) têm até 31 de dezembro deste ano de 2013 para padronizar seus veículos. Os profissionais autorizados a exercer a profissão deverão usar carros brancos adesivados, além de passar pelo processo de recadastramento. Quem não cumprir as novas exigências perderá a permissão de trabalho e será considerado ilegal. As informações foram divulgadas em nota da assessoria da prefeitura. Continuar lendo

No Taxi: peça é encenada dentro do veículo em movimento pelas ruas do Rio de Janeiro

No táxi 3 - Créditos - Cerejeira Produções BAIXA

No Táxi é uma peça de teatro alternativa, uma comédia que se passa dentro de um táxi em movimento pelas ruas do Rio de Janeiro.  O ponto de partida do espetáculo será em frente ao Sindicato do Chopp, no Leme, quando o público, de apenas 3 pessoas, é orientado a se sentar nos bancos traseiros do veículo.  Continuar lendo

Concorrência virtual

Aplicativo para chamar táxi ganha a adesão de clientes e motoristas que estão atrás de conforto e segurança

Selmy YassudaPaula Diamante, adepta do sistema: fazer sinal com o braço esticado em busca de um amarelinho é um gesto do passado

Pegar um táxi no Rio muitas vezes pode ser um calvário, que começa pela dificuldade de encontrar um veículo disponível. Até pouco tempo atrás havia duas opções para dar esse primeiro passo. A pessoa podia ir para a rua e esticar o braço em direção ao asfalto, à espera de que algum amarelinho parasse, contando com a sorte de que o condutor fosse um profissional correto. A outra alternativa, habitual para os mais precavidos ou para quem estivesse em local ermo, era pegar o telefone e chamar um veículo de cooperativa. Mesmo nesse caso, o usuário não estava imune a aborrecimentos, como deixa claro o relato da advogada Fernanda Oliveira, moradora de Laranjeiras, que trabalha até altas horas em uma área considerada perigosa do Centro, nas adjacências da Praça da Cruz Vermelha. “As cooperativas são como um telefone sem fio”, desabafa ela. “Quando retornam a ligação, muitas vezes é para informar que não localizaram um veículo próximo. Sem contar as inúmeras situações em que fiquei na mão mesmo após a confirmação da viagem.” Na era dos smartphones, a via-crúcis da advogada ficou para trás. Ela tornou-se freguesa de um aplicativo para chamar táxi, que atrai, numa ponta, passageiros em busca de um serviço seguro e eficiente e, na outra, motoristas atrás de clientela e agilidade.

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